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Em ato do Dia do trabalhador Rosa Neide critica recorde de desemprego no País

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O dia do Trabalhador e da Trabalhadora foi comemorado em Cuiabá com um grande ato político e artístico que reuniu mais de 1 mil pessoas na Praça Cultural do bairro Jardim Vitória, em Cuiabá. A deputada federal Professora Rosa Neide (PT) participou da atividade que teve início as 16h e foi organizada pelas Centrais Sindicais, Movimentos Sociais e partidos de esquerda.

Com a temática da defesa do emprego, por salário digno e contra a Reforma da Previdência encaminhada ao Congresso pelo governo Bolsonaro, dirigentes sindicais, políticos e lideranças da comunidade se revezaram ao microfone, intercalados por shows de artistas locais.

Em seu discurso, a deputada Rosa Neide destacou que queria estar na comunidade comemorando o crescimento da economia brasileira alinhavada com geração de empregos formais e aumento da renda da população. “Mas infelizmente este não é o cenário que estamos vivenciando no Brasil. A política econômica equivocada de Temer e Bolsonaro destruiu a nossa economia, os postos de trabalho, os salários e a renda do povo”, afirmou.

A petista lembrou que a promessa feita quando Temer encaminhou em 2017 a Reforma Trabalhista ao Congresso, era de que sua aprovação produziria a geração de mais de 6 milhões de empregos. “Mentira. De lá para cá o desemprego não parou de subir. Já são mais de 13 milhões de desempregados e 5 milhões de desalentados, pessoas que desistiram de procurar trabalho. Um recorde. Uma tragédia”, afirmou.

“Agora vem Bolsonaro contar outra mentira, a de que a “Reforma” da Previdência vai fazer o País voltar a crescer e gerar empregos. O que fará o Brasil voltar a crescer e produzir oportunidades ao povo é o investimento, mas esse governo só sabe cortar. E agora querem cortar a aposentadoria dos que ganham até dois salários mínimos. E isso nós não vamos permitir. A deputada Professora Rosa Neide jamais votará contra os direitos do povo”, destacou.

O presidente da Central Única dos Trabalhadores em Mato Grosso (CUT-MT), João Dourado ressaltou que o ato unificado do 1º de Maio tratava-se da primeira de uma série de ações de luta contra o ataque a aposentadoria dos brasileiros. “Já chamamos uma greve geral para o dia 14 de junho, contra a Reforma da Previdência. Vamos parar o País até que essa famigerada reforma seja derrotada”, afirmou.

Além da CUT e do Partido dos Trabalhadores (PT), o ato unificado na Capital contou com a participação da Central dos Trabalhadores Brasileiros (CTB), Intersindical, Fórum Sindical, Movimento dos Sem Terra (MST), Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Partido da Causa Operária (PCO), Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Partido Comunista Brasileiro (PCB), Juventude do PT, Levante Popular da Juventude, Pastorais Sociais da Igreja Católica, entre outras entidades. Antes do ato na praça ocorreu a tradicional caminhada dos trabalhadores e trabalhadoras em defesa dos direitos.

Assessoria de Imprensa

 

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