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Governo reage à crise na Amazônia com mentiras e arranha imagem do Brasil no exterior

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De sua posse como presidente até o dia 23 de agosto, Jair Bolsonaro deu 256 declarações com informações falsas ou distorcidas. Nestes 234 dias em que a agência de checagem Aos Fatos fez o levantamento sobre as mentiras de Bolsonaro, a obsessão para atacar a oposição ao seu governo – ou qualquer pessoa que discorde de suas ideias – se mostrou um tema sem concorrência.

Na crise da Amazônia, a lógica é a mesma. O presidente apontou ONGs como responsáveis pelas queimadas; acusou a Alemanha de ter acabado suas florestas, ignorando que é um dos países europeus que mais preservou sua cobertura vegetal; e atacou a Noruega usando vídeo de um episódio ocorrido na Dinamarca. O presidente francês, Emmanuel Macron, disse que Bolsonaro mentiu quando os dois trataram do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, em julho, e discutiram compromissos em temas ambientais.

Para a deputada Professora Rosa Neide (PT-MT), o governo mudou o conceito de sustentabilidade da Amazônia na gestão de Bolsonaro, que passou a estimular as queimadas. “Bolsonaro verbalizou ignorâncias que nos envergonham diante do mundo. São mentiras contundentes que induziram cidadãos a atear fogo no bem mais precioso que temos, a floresta Amazônica”, criticou.

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